18 de setembro de 2009

Belle Chase Hotel

Todo mundo sabe que este não é um blog de músicas (todo mundo?!). Mas, quando eu fico maluca por uma banda, como foi o caso com o Devendra Banhart, ou com o JP Simões (que é o vocalista do "Belle Chase Hotel"), eu sinto a necessidade de postar aqui para que os companheiros anônimos do blog, e os não anônimos, também tenham acesso mais direto às músicas.

Eu poderia copiar e colar aqui algum texto falando sobre a banda, "Belle Chase Hotel", mas não vou fazê-lo. Só sei que eles já não tocam juntos mais, que a banda foi formada em Portugal, mas que eles cantam em várias línguas
. As melodias são bastante variadas: às vezes parece música cigana, às vezes fado, às vezes samba, uma guitarrinha simpática, letras sensíveis, que às vezes te fazem rir, às vezes te deixam contemplativa... Algumas músicas são dançantes, outras são feitas para serem ouvidas, curtidas em cada nota musical.

Conheci a banda em 2005, quando uma amiga, Narjara, me deu um CD que se acabou de tanto tocar no escr
itório de pré-produção do meu filme "Cadê a Véia?". Até que perdi o CD, roubaram meu laptop e nunca mais consegui ouvir a banda. Quando, neste ano, em uma festa, fuçando em algum iPod da vida, eu vi o álbum "1970", do JP Simões, voltou à tona toda a minha saudade dele e da banda. Desde então vinha tentando baixar, sem sucesso. Mas hoje eu consegui. Ufa.

Estou ouvindo neste momento, e dançando na cadeira - até meus dedos da mão dançam, enquanto eu digito aqui esse texto pleno de satisfação.
Agradeço à boa alma que postou o torrent na internet. Ele veio acompanhado de várias outras bandas - eu baixei só o Belle Chase Hotel. Não tenho muito espaço aqui no computador (espero que em breve isso mude).


Bem, chega de embromation.
Abaixo de cada capa do CD, tem o link para baixar o álbum.

Voilà!




O Amigo da Onça


Dois caçadores conversam em seu acampamento:
- O que você faria se estivesse agora na selva e uma onça aparecesse na sua frente?
- Ora, dava um tiro nela.
- Mas se você não tivesse nenhuma arma de fogo?
- Bom, então eu matava ela com meu facão.
- E se você estivesse sem o facão?
- Apanhava um pedaço de pau.
- E se não tivesse nenhum pedaço de pau?
- Subiria na árvore mais próxima!
- E se não tivesse nenhuma árvore?
- Sairia correndo.
- E se você estivesse paralisado pelo medo?
Então, o outro, já irritado, retruca:
- Mas, afinal, você é meu amigo ou amigo da onça?

17 de setembro de 2009

Boca no Lixo no Metrô de SP!


O documentário "Boca no Lixo" será exibido amanhã, dia 18 de setembro, a partir das 18h, na Estação Santa Cecília, no Metrô de São Paulo, dentro do projeto "Encontros".


É uma proposta super bacana, e convido a quem estiver na rua nesse horário a dar uma paradinha por lá e depois me contar como foi, rs, rs. O link com mais informações segue: http://www.metro.sp.gov.br/cultura/acaocultural/programacao/projeto_encontros.asp


A sinopse ficou pela metade, faltou o nome da co-diretora do filme, não colocaram nenhuma foto do filme para ilustrar, mas o importante é que o filme será exibido para uma platéia enorme, em uma cidade que deve possuir um enorme número de profissionais da limpeza urbana.

Tenho certeza de que o filme trará um impacto positivo para São Paulo, e espero que essa exibição nos possibilite ainda outras exibições por lá!


Todas as imagens são da Estação Santa Cecília. Será que o pessoal vai assistir ao filme sentados nesses pufes maravilhosos da foto acima? Só sei que a projeção vai ser da RAIN, uma das maiores empresas de projeção digital do Brasil. Infelizmente, devido à greve dos Correios, não poderemos fazer a melhor exibição do filme, pois não pude enviar a mídia com o arquivo em MPEG, então o filme terá que ser exibido em DVD mesmo...

15 de setembro de 2009

tomando fôlego com os olhos




















dor de garganta e jogo de baralho

"Les Jeu de Cartes", de Theodoor-Josef Verschaeren - 1936

Às vezes eu acho que a minha dor de garganta constante advém não de fatores externos, mas das coisas que são difíceis de engolir e acabam ficando entaladas na minha garganta. Todo mundo sabe que estresse emocional pode se refletir em problemas físicos. Talvez seja isso que esteja acontecendo comigo.

Tive várias decepções na minha vida, assim como a maioria das pessoas. Talvez eu mesma já tenha sido uma decepção para outros. Enfim. Algumas pessoas com as quais me decepcionei, confesso que já era esperado. Afinal, cotidianamente é possível perceber as características das pessoas, do que elas são capazes de fazer, como se portam diante de situações éticas. Muitas vezes, quando vemos um amigo nosso agindo de forma que possa ser considerada errada, ou desleal, não paramos para refletir que, se ele é capaz de fazer isso com alguém, também pode ser capaz de fazer com você.
Mas ele pode. Pode fazer até pior.


É preciso ter muito cuidado para não ser enganado, mas mesm
o assim é difícil, pois as pessoas são muito egoístas, e geralmente não estão dispostas a considerar os sentimentos alheios. Às vezes, só sendo ferido por alguém é que tomamos o cuidado de não fazer o mesmo com os outros. Talvez isso seja só ilusão. Talvez todo mundo seja apenas egoísta e ponto.

Cada um corre atrás da vida, dos seus sonhos e desejos, e no caminho para a satisfação vai cortando galhos onde outrora ele se apoiou. Mas galhos não se regeneram, e escolhas são escolhas, muitas vezes irreversíveis. É uma pena que as pessoas não enxerguem isso tão bem quanto pensam que enxergam.

Uma a uma cartas de baralho se mostram no jogo. Dificilmente alguma fica de fora. E o caráter das pessoas, no jogo da vida, são as cartas. Às vezes são cartas boas pra você. Às vezes o seu triunfo é o fracasso de alguém. Às vezes, não - quase sempre. Bom mesmo é quando você consegue levar ao menos alguém com você para o topo. Lá pode ser solitário. E lá embaixo seus outrora amigos estarão se divertindo, e você estará lá, longe, muito longe, do que você imaginou ser a felicidade.
É de se lamentar que demore tanto tempo para que as cartas sejam colocadas na mesa. Felizmente, "antes tarde do que nunca".

Quanto tempo mais eu teria que usar uma venda? Pelo menos agora enxergo - uma verdadeira amizade não é fácil de achar, nem deveria ser jogada fora a troco de um carteado barato.

Mais uma vez, a Rainha de Espadas retorna no meu jogo, para cortar fora aquilo que não é necessário. Cortando fora galhos inúteis, para que novos galhos, mais resistentes, surjam; ou para que outros galhos, que poderiam estar sendo detidos por este galho oco, possam novamente se reerguer. O meu caminho é só meu. Não adianta tentar caminhá-lo. A legitimidade é imprescindível, não importa o que você faça da sua vida. Porque, se ao invés de jogar limpo, uma pessoa esconde cartas na manga, e com elas constrói um castelo, talvez só possa jogar a solitária "paciência".

6 de setembro de 2009

This is maybe how I feel







lonelily




[We might live like never before
When there's nothing to give

Well how can we ask for more

We might make love in some sacret place

The look on your face is delicate]

.delicate.





{What I am to you is not real
What I am to you you do not need

What I am to you is not what you mean to me

You give me miles and miles of mountains

And I'll ask for the sea

What I am to you is not real
What I am to you you do not need

What I am to you is not what you mean to me

You give me miles and miles of mountains

And I'll ask for what I give to you

It's just what i'm going through
This is nothing new

No no just another phase of finding what I really need
Is what makes me bleed
And like a new disease she's still too young to treat

Volcanoes melt me down

She's still too young
I kissed your mouth
You do not need me
}

.volcano.



//I gave me away
I could have knocked off the evening

But I was lonelily looking for someone to hold

In a way I lost all I believed in

And I never found myself so alone

And you let me down

You could've called if you'd needed

But you lonelily got yourself locked in instead

And you let me down//



.lonelily.

all lyrics by damine rice all photographs by david kleinert

thank you both.

buraco.negro.sem.fundo - valsa fúnebre


É.DE.RIR.
É.DE.MORRER.DE.RIR.
RIR.ENGASGAR.FUMAR.VOMITAR.

5 de setembro de 2009

Ti.ti.ti no Senhoritas Café

Aos amantes da 7ª Arte, do Caffé e dos Brechós


Neste sábado, 5 de setembro, a partir das 18 horas, acontece no
Senhoritas Café (408 Norte) o bazar Ti.ti.ti. - Moda Brechó. São vários trabalhos que estarão presentes: brechó Vanity Feira, Maíra Galvão; acessórios de Liliá Liliequist; peças de vidros e trabalhos inusitados de Patrícia Bagniewski.



Agora, além da moda, o Ti.ti.ti tem um espaço para o cinema entrar em cartaz. Mas em cartaz mesmo! Quem tiver interesse em arte, pintura, decoração, fotografia, design ou até mesmo, eu diria, em cinema!, terá a oportunidade de ter peças raras e belas de cartazes de cinematografias de diversos lugares do mundo, seja para enfeitar a parede do quarto, da sala, da produtora, do escritório, ou mesmo para guardar embaixo da cama!

Os cartazes pertencem à coleção de Hamilton Correia, que há mais de 30 anos coleciona os cartazes de cinema: brasileiro, europeu, norte-americano, brasileiro, japonês, - de terror, comédia, musicais, suspense, noir, enfim, uma infinitude de cartazes!


No blog, Cinema de Cartaz você pode ver algumas imagens dos cartazes: alguns já vendidos, outros novos... Todos tem, aproximadamente, o tamanho A3 (29,7 x 42,0 cm), com pequenas variações e ótima impressão.

Ilustram este post alguns dos cartazes atualmente disponíveis.


Resumindo...

Ti.ti.ti - Moda Brechó & Cartazes de Cinema
Sábado, 5 de setembro de 2009
A partir das 18h00
Local: Senhoritas Café - SCLN 408 (próximo ao big.box)
Entrada: Franca!
C.I.: Libre!



Lígia Benevides
www.cinemadecartaz.blogspot.com
conosco.cinema@gmail.com
(61) 9164-2520