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3 de fevereiro de 2014

Chamada para artigos sobre o documentário Íbero-Americano contemporâneo

Diante da morte do documentarista Eduardo Coutinho, de uma forma abrupta e impressionante, o que pode ser feito? Ver seus filmes, analisá-los, conservá-los e difundi-los. Recebi por e-mail um "call for papers" que veio a calhar nesse sentido.

A revista de cinema Doc On-Line está com inscrições abertas para sua 16ª edição, cujo tema será o Documentário Ibero-Americano contemporâneo. Diferentes abordagens compõem a publicação: Dossier Temático, Artigos, Análise e crítica de filmes, Leituras, Entrevista, Dissertações e Teses. 

Com duas edições ao ano, a Doc On-line é uma parceria luso-brasileira entre Universidade da Beira Interior (UBI, Portugal) e Universidade Estadual de Campinas (Unicamp, Brasil). Os editores da revista são Manuela Penafria, da UBI (que foi minha orientadora no mestrado com o "Filmes de Papel") e Marcius Freire, da Unicamp. A publicação é excelente e transita de forma abrangente no estudo do cinema documentário, com diversidade temática e, segundo o site, "com especial ênfase nas abordagens de carácter multidisciplinar".

Lançada em dezembro do ano passado, a última edição tem como foco o tema História e Documentário, e dedica-se a pensar a representação da História no documentário, bem como a contribuição do documentário na construção de uma representação histórica. A partir do olhar da Nova História, defendida por Marc Ferro, o documentário - e, principalmente, a contabilidade dos feature films - são ingredientes importantes para a análise e reconstrução do passado. A diversidade de textos é riquíssima: confira a 15ª edição aqui.

O prazo para envio dos textos é dia 20 de junho. Veja mais sobre as inscrições para a 16ª edição da DOC On-line: Revista Digital de Cinema Documentário aqui.

23 de janeiro de 2014

Curtas-metragens realizados no projeto “Línguas em Vídeo” disponíveis na internet a partir do dia 27

Na próxima segunda-feira, 27, a partir do meio-dia, os vídeos produzidos no âmbito do projeto “Línguas em Vídeo – Multilinguismo e Inclusão Cultural em Narrativas Audiovisuais” (LEA/MSI-IL-UnB) estarão disponíveis na internet para visualização em seu canal no YouTube.
Lançamento do DVD na Faculdade de Tecnologia da UnB
O projeto teve início em abril e o DVD com os quatro curtas-metragens foi lançado em dezembro do ano passado, na Faculdade de Tecnologia da UnB, com a presença de professores, alunos e membros da comunidade. Foram produzidas cerca de 300 cópias, a serem distribuídas gratuitamente para estudantes, professores e pesquisadores do Instituto de Letras. “Apesar de termos produzido um DVD para promover culturas de minorias linguísticas, a divulgação via internet aumenta o alcance do trabalho desenvolvido. Devido ao objetivo educacional do projeto, os vídeos foram legendados em francês, mas ainda queremos produzir legendas em espanhol e inglês por serem línguas de trabalho dos estudantes de LEA-MSI”, afirma o coordenador do projeto, prof. Marcos de Campos Carneiro.
Os vídeos foram produzidos, roteirizados e dirigidos por estudantes da UnB, e todos possuem janelas de Libras. Os curtas “O Bacharelado em LEA/MSI” e “Casa da Palavra” são legendados em francês; o curta “Universidade para Todos?”, em sua maior parte protagonizado em Libras, possui legendas em português; por fim, “Kwaryp – Alegria do Sol”, possui legendas em kamaiwrá e em português. Desta forma, para contemplar a diversidade linguística do projeto, haverá duas versões de cada um dos filmes na internet: uma em Libras e uma legendada.
Profa. Enilde Faulstich fala sobre o Multilinguismo no IL
Participaram do projeto alunos dos cursos de Línguas Estrangeiras Aplicadas (LEA/MSI), de Letras/Libras, e de Tradução do Instituto de Letras. “O objetivo deste projeto foi de capacitar os alunos para a produção de vídeos que apresentassem à sociedade o trabalho desenvolvido nos cursos de Letras da UnB. É uma forma de mostrar à comunidade acadêmica e não-acadêmica aquilo que é produzido na universidade. Além disso, também é uma maneira de atrair novos alunos para estes cursos”, explica o prof. Carneiro. 
Os filmes produzidos são “O Bacharelado em LEA/MSI” (7 min, dir. Márcio Henrique S.P. Souza), sobre o curso de Línguas Estrangeiras Aplicadas; “Casa da Palavra” (9 min, dir. Lígia Benevides), que trata do multilinguismo no Instituto de Letras; “Kwaryp – Alegria do Sol” (11 min, dir. Páltu Kamaiwrá e Chandra W. Viegas), sobre o ritual Kwaryp e o projeto de doutorado do linguista indígena da UnB, prof. Páltu; e “Universidade para Todos?” (11 min, dir. Saulo Machado), sobre a presença da Língua Brasileira de Sinais nos cursos e no vestibular da UnB. 
A equipe de realização de "Universidade para Todos?"

O projeto “Línguas em Vídeo” recebeu o patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura do GDF (FAC/GDF). A realização é do curso de Línguas Estrangeiras Aplicados ao Multilinguismo e à Sociedade da Informação (LEA/MSI), do Instituto de Letras (IL) e da Universidade de Brasília (UnB). Colaboração de Conosco – Cinema e Arte, UnB TV, Trilha Mundos e Instrumento de Ver; e apoio do Laboratório de Línguas Indígenas (LALI) e o departamento de Línguas Estrangeiras e Tradução (LET). O lançamento do DVD foi organizado e patrocinado pelo Eventos/LET.



Créditos das fotos: Claudia Sachetto (Trilha Mundos) e Messias Ramos

Serviço:
Lançamento Web do projeto “Línguas em Vídeo”
27/01/2014 - segunda-feira
A partir de 12h


Assessoria de Imprensa:
Lígia Benevides (Conosco – Cinema & Arte)
(61) 8134-6834


25 de novembro de 2013

Universidade de Brasília promove lançamento de filmes produzidos e dirigidos por estudantes de Letras

Cartaz de divulgação
Acontece no dia 9 de dezembro, às 14h, no auditório Roberto Salmeron (Faculdade de Tecnologia – Campus Darcy Ribeiro) o lançamento oficial do DVD “Línguas em Vídeo – Multilinguismo e Inclusão Cultural em Narrativas Audiovisuais”, com a exibição de quatro curtas-metragens produzidos por alunos dos cursos de Letras da Universidade de Brasília (UnB).
O DVD é resultado do curso de extensão de mesmo nome, que teve início em abril e promoveu oficinas, palestras e cursos sobre produção audiovisual, com a participação de alunos dos cursos de Línguas Estrangeiras Aplicadas, de Letras/Libras, e de Tradução do Instituto de Letras. “O objetivo deste projeto foi de capacitar os alunos para a produção de vídeos que apresentassem à sociedade o trabalho desenvolvido nos cursos de Letras da UnB. É uma forma de mostrar à comunidade acadêmica e não-acadêmica aquilo que é produzido na universidade. Além disso, também é uma maneira de atrair novos alunos para estes cursos”, explica o coordenador do projeto, prof. Marcos de Campos Carneiro.
A ideia do projeto surgiu a partir de uma publicação acadêmica do prof. Carneiro no III Simpósio Internacional sobre o Multilinguismo no Ciberespaço, organizado pela Rede Mundial para a Diversidade Linguística (MAAYA). A pesquisa faz uma análise da importância do multilinguismo na sociedade atual, especialmente com a presença da Internet no cotidiano das pessoas: “Existem aproximadamente 6 mil línguas vivas no mundo. No Brasil, além do português brasileiro, encontramos também as línguas indígenas e a língua brasileira de sinais (Libras). Com estes vídeos, queremos mostrar a importância de valorizar as línguas de baixa difusão, que também devem ter asseguradas seu direito à expressão e à comunicação”, ressalta o professor.
Além da exibição dos curtas, haverá uma palestra com a profa. Enilde Faulstich, do Instituto de Letras, e debate com os realizadores após a projeção. Após o debate, haverá um coquetel com sorteio dos DVD's.
“Este é um projeto de interesse de toda a comunidade. O multilinguismo dentro de uma sociedade pode ser visto como um termômetro de sua tolerância ao multiculturalismo. O Brasil é um país de muitos sotaques, mas também de muitas línguas. Com estes vídeos, queremos que as pessoas se atentem para esta realidade e que percebam a riqueza das línguas brasileiras”, conclui o prof. Carneiro. Todos os vídeos possuem tradução para Libras.
Rótulo do DVD
Os filmes exibidos serão “O Bacharelado em LEA/MSI” (7 min, dir. Márcio Henrique S.P. Souza), sobre o curso de Línguas Estrangeiras Aplicadas; “Casa da Palavra” (9 min, dir. Lígia Benevides), que trata do multilinguismo no Instituto de Letras; “Kwaryp – Alegria do Sol” (11 min, dir. Páltu Kamaiwrá e Chandra W. Viegas), sobre o ritual Kwaryp e o projeto de doutorado do linguista indígena da UnB, prof. Páltu; e “Universidade para Todos?” (11 min, dir. Saulo Machado), sobre a presença da Língua Brasileira de Sinais nos cursos da UnB.
O projeto “Línguas em Vídeo” recebeu o patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura do GDF (FAC/GDF). A realização é do curso de Línguas Estrangeiras Aplicados ao Multilinguismo e à Sociedade da Informação (LEA/MSI), do Instituto de Letras (IL) e da Universidade de Brasília (UnB). Colaboração de Conosco – Cinema e Arte, UnB TV, Trilha Mundos e Instrumento de Ver; e apoio do Laboratório de Línguas Indígenas (LALI) e o departamento de Línguas Estrangeiras e Tradução (LET). O lançamento do DVD é organizado e patrocinado pelo departamento de Eventos do LET.
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Programação

14h 14h10: Abertura

14h10 – 14h25
: Prof. Marcos Carneiro – Coordenador do Projeto Línguas em Vídeo; Representante do Instituto de Letras; e Representante do Fundo de Apoio à Cultura – FAC/GDF

14h30
Palestra da Prof. Dra. Enilde Faulstich – Multilinguismo no Instituto de Letras

15h
Exibição dos filmes

O Bacharelado em LEA/MSI – inst | 7’ | Dir. Márcio Henrique Sanchez Prates Souza
O curso de Línguas Estrangeiras Aplicadas é um dos mais recentes da UnB: foi criado em 2010, dentro do programa de Reestruturação das Universidades Federais (Reuni). Nesta curta, os professores do curso explicam as diferentes linhas de atuação e de pesquisa oferecidas pelo curso, como tradução audiovisual, inserção de línguas minoritárias no mundo digital, censos linguísticos, criação de dicionários, criação de webpages acessíveis, terminologia e organização de conferências internacionais.

Casa da Palavra – fic/doc | 9’ | Dir. Lígia Benevides
Kathy é de Cabo Verde e veio fazer o curso de Línguas Estrangeiras Aplicadas na Universidade de Brasília. Ela tem colaborado na realização de um documentário sobre a presença de estudantes africanos na UnB. Quando Kathy precisa fazer um trabalho sobre Multilinguismo no Instituto de Letras, onde estuda, o documentarista decide acompanhá-la em sua pesquisa.

Kwaryp - Alegria do Sol – doc | 11’ | Dir. Páltu Kamaiwrá e Chandra Wood Viegas
Páltu é doutorando em Linguística no Laboratório de Línguas Indígenas (LALI) da Universidade de Brasília, e realiza uma pesquisa sobre o Kwaryp, ritual oferecido a líderes recém-falecidos, em várias aldeias do Alto Xingu. Quando seu pai morre, Páltu deve voltar para casa e oferecer o ritual ao seu falecido pai, que era líder na comunidade Kamaiwrá.

Universidade para Todos? – doc | 11’ | Dir. Saulo Machado
Neste documentário, escrito, produzido, editado e dirigido por falantes de Libras, um grupo de alunos do curso de Letras/Libras da UnB coloca em discussão a acessibilidade do Vestibular para pessoas com deficiência auditiva. Os alunos questionam a atual forma de ingresso na universidade, e trazem novas propostas para tornar o processo seletivo mais justo e adequado aos surdos.

16h – 17h
Debate com os realizadores dos filmes
Mediador: Prof. Marcos Carneiro

17h
Coquetel e sorteios dos DVD’s



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Serviço:
Lançamento do DVD “Línguas em Vídeo
09 de dezembro de 2013
14h às 18h
Auditório Roberto Salmerón da Faculdade de Tecnologia/UnB
Classificação Indicativa: Livre
Entrada Franca
Evento no Facebook

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Assessoria de Imprensa:
Conosco/Lígia Benevides
(61) 8134-6934

11 de fevereiro de 2013

A Cambinda do Cumbe


Doc/30min/2007/PE

Direção: Luca Barreto
Realização: Canal 03


Sinopse

Documentário sobre o Maracatu Rural mais antigo de Pernambuco. A Cambinda Brasileira está sediada no Engenho Cumbe, em Nazaré da Mata, a 55km de Recife, e completou 90 anos de atividade em janeiro de 2008.


Ficha Técnica

Direção: Luca Barreto
Realização: Canal 03
Fotos: Aline Feitosa, Beto Figueiroa, Elenilson Soares, Mateus Sá e Luca Barreto
Antropóloga/Textos: Sumaia Vieira
Diretor de Fotografia: Mariano Picman
Câmera Adicional: Bacco Andrade, Ricardo Vasconcelos e Luca Barreto
Editor: Ailton Pereira e Luca Barreto
Trilha Sonora: Terno do Maracatu Cambinda Brasileira e Medalha Xukuru (Flautas)





9 de setembro de 2012

Retrospectiva de Glauber Rocha na Cinemateca Portuguesa

Quando eu tinha 20 anos eu participei, pela primeira vez, da realização de um curta-metragem, na função de produtora de objetos, de cenário e de figurino, função que dividi com duas outras moças. Foi uma tarefa bem-sucedida, posto que o filme recebeu o prêmio de Melhor Figurino na Mostra da ABD-Goiás, em 2004. Foi o meu primeiro filme, e o meu primeiro prêmio. O diretor do filme não dividiu a grana do prêmio conosco - e foi logo aí que presenciei o primeiro racha na equipe que até então era composta por amigos. Uma das figurinistas ficou particularmente chateada com isso, mas o engraçado mesmo é que, quando o filme que ela dirigiu (e eu produzi, e no qual todo mundo trabalhou de graça) ganhou o prêmio de Melhor Filme Univesitário, ela não dividiu o prêmio com ninguém - e depois que a roteirista chiou e bradou e bateu o pé, ela ganhou lá uns 300 reais. Pimenta nos olhos dos outros é refresco, né?

Quando o «Boca no Lixo» ganhou um prêmio de 10 mil reais de Melhor Curta Goiano, em 2007 ou 2008, não me lembro bem, todo mundo que trabalhou ganhou a sua parte no prêmio - e eu fiz questão de que fosse uma grana boa, porque não foi um prêmio de direção, foi um prêmio de equipe. A co-diretora do filme era a mesma menina do filme que mencionei no parágrafo anterior. Diante da minha veemência, ela não se opôs completamente, mas achou que as fatias estavam grandes demais. De todo modo, ficou o valor que eu estipulei.

O cinema, como qualquer outra atividade humana, não prescinde da ética, não prescinde de uma regulação. As pessoas pensam diferentemente umas das outras, mas elas precisam chegar num acordo. Cada um faz o filme que quiser, produz da maneira que lhe é conveniente, mas precisa arcar com as consequência do seu modus operandis e enfrentar as críticas, e defender o que pensa. Nenhum filme é unanimidade, e nenhum filme escapa da dimensão ética, seja no estágio de pré-produção, pós ou quando cai na mão da plateia.

Lá se vão oito anos desde o meu debut como figurinista, e lá se vão seis anos do debut como diretora de uma ficção. Não é muito tempo, eu sei, mas já é uma estrada, um atalho ou um caminho. Nesse período, fui iniciada na cinematografia brasileira e mundial, e um dos expoentes de ambas é o famoso Glauber Rocha, muito conhecido também pelo íntimo e casual Glauber. No Brasil, e isso eu já até li n'algum lugar, existe uma proximidade muito grande com seus «ídolos», com suas figuras públicas. É uma intimidade que o povo tem com as pessoas famosas, seja de quais áreas forem, e que eu acho particularmente admirável. É o Glauber, é o Chico, é o Caetano, é o Gil, é Bethânia, é Gal. Talvez o único que não seja assim chamado sem o sobrenome é o Sílvio Santos, mas é porque o povo fala como se fosse uma coisa só: Silviosantos.

Pois é. A Cinemateca Portuguesa, o primeiro lugar que eu conheci quando cheguei em Lisboa, há quase 2 anos, vai fazer uma retrospectiva do Glauber. E eu, que apesar de há tanto tempo envolvida com isso de cinema, nunca consegui ver um filme inteiro dele (exceto pelos curtas, Di Cavalcanti e Maranhão 66) sem dormir ou desistir, ou porque estava mesmo com sono, ou porque a cópia da internet era tão ruim que eu não via nem entendia nada do que o povo dizia.

Mas agora eu não tenho mais desculpa, porque a Cinemateca vai exibir as películas restauradas, com legenda e tudo o que se tem direito. Estou mesmo emocionada com a possibilidade de ver o Glauber em tela grande, no cinema, em 35mm (sou fetichista mesmo). Quero ver todos os filmes, todos, porque quero aproveitar essa oportunidade de, fora do Brasil, ver o seu ícone máximo do cinema.

Fiz uma agenda e vou tentar cumpri-la à risca.

Dia 10, 19h
Barravento

  
Cartaz no Brasil, França e Reino Unido

Dia 10, 22h
Terra em Transe

  

 


Dia 12, 19h30
Deus e o Diabo na Terra do Sol

  
Um cartaz brasileiro que eu ainda não conhecia, a versão alemã e a versão francesa.
Clique para ver maior.


Dia 13, 22h
Câncer



Dia 14, 21h30
O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro (a.k.a. Antônio das Mortes)

     
Várias versões, inclusive uma (a quarta) que me parece ser alemã

Dia 17, 21h30
Der Leone have sept cabeças (O Leão de Sete Cabeças)

 
Cartaz francês e alemão, sendo que a ilustração do primeiro é uma obra do Kandinski


Dia 18, 21h30
Cabezas Cortadas

 
Cartaz alemão (ou austríaco?) e o cartaz brasileiro

Dia 24, 22h
História do Brasil


O próprio

Dia 26, 22h
Claro

Um arremedo de cartaz, não sei se é o original

Dia 27, 22h
A Idade da Terra



Dia 27, 19h
Curtas-Metragens
Pátio | Amazonas, Amazonas | Maranhão 66 | Di Cavalcanti

O polêmico filme feito no enterro do pintor Di Cavalcanti

25 de abril de 2012

Uma dica muito importante sobre o destino do lixo eletrônico: se você mora em Brasília, procure no mapa o melhor local para deixar o seu lixo eletrônico (pilhas, baterias, etc).


30 de março de 2012

A estupidez do jornalismo da Fox News

Encontre os seis erros presentes nessa notícia e você vai ganhar... desprezo pelo jornalismo da Fox News!

26 de janeiro de 2012

O Carnaval em Brasília

Fevereiro de 2012


INIÍCIO DAS AULAS

A situação das escolas do Entorno do DF
Extraído da página web do Jornal do DF/Globo

Link

O secretário-adjunto de Educação, Cleomidio de Oliveira, diz que tem R$1 milhão para reformar as escolas municipais. As aulas têm início em 6 de fevereiro, e várias escolas encontram-se em péssimo estado físico (o que podemos dizer de qualquer outro estado??). O secretário-adjunto afirma que as escolas ainda serão reformadas. A partir de hoje, faltam 11 dias para o início do ano lectivo.

Resolução de última hora: 50 mil reais da Secretaria de Educação de Goiás repassados directamente aos conselhos escolares, para «pequenas reformas».

CARNAVAL

Expectativas carnavalescas
Extraído da página web do Jornal do DF/Globo

Link

O governo do GDF promete R$12 milhões para o Carnaval de 2012, que ano passado recebeu 9 milhões. Serão 3 dias de festa (como de hábito, não?). A Secretaria de Cultura do DF entra com 5 milhões, e uma escola, que representa todas as outras (não entendi aonde ou o que), vai receber por isso 5 milhões só pra ela.

Prestação de contas: as escolas recebem os 500 mil reais restantes do orçamento da Secretaria de Cultura do DF.

Em setembro de 2011, a Secretária de Educação do DF pediu demissão. Ela foi exonerada juntamente com o secretário-adjunto da pasta. Sua saída eleva para quatro o número de secretários de Estado que deixaram de fazer parte do (des)governo de Agnelo.

26 de maio de 2010

marcha da maconha 2010


Quinta-feira, dia 27 de maio de 2010. Três horas da tarde. Quem não estiver trabalhando e for simpatizante às idéias correntes de revisão da legislação brasileira a respeito do uso da erva cannabis, siga rumo à reformada Catedral, de onde partirá a Marcha da Maconha - Brasília de 2010.

Brasília é a antepenúltima cidade a realizar a marcha. No dia 29 ela acontece ainda em Salvador, e no dia 30 em Natal. A primeira das marchas desse ano foi no Rio de Janeiro, no mesmo dia do Trabalhador, e em Recife no dia 2. A Marcha já aconteceu ainda em Belo Horizonte, Porto Alegre e Vitória (8), Curitiba e Fortaleza (16), e Florianópolis e São Paulo (23).

O horário vespertino e o calendário marcado no meio da semana talvez acabe por limitar a participação de maconheiros ou simpatizantes que possuam carteira assinada ou coisa que o valha. Alunos das universidades podem ter que escolher entre cabular a Marcha ou a Aula (aí vai de cada um). Donas-de-casa, babás sem nenês e pessoas sem atividade remunerada regular parecem não se incomodar com o horário escolhido pela organização da Marcha Federal. Já um amigo meu, maconheiro convicto (nato acho que é demais), com razão indignou-se com o esquecimento dos trabalhadores, e sugeriu, em suas indagações, que houvesse uma Marcha da Maconha em um domingo, no Eixão (do Lazer?! Aê!).

Lembrando que uma parte dos bicicletistas da cidade, dentre os quais eu me incluo, pretendem participar da marcha pedalando. Skatistas, patinadores, maratonistas e até alguns marchands têm dados sinais de que vão marchar também, cada um à sua maneira própria.

Sigamos!

Marcha da Maconha - Brasília
27 de maio (quinta-feira)
Catedral de Brasília
15h

13 de maio de 2010

Pedal do Silêncio em Brasília (DF)


PEDAL DO SILÊNCIO EM BRASÍLIA (DF)

Todos os anos, cerca de 1.500 ciclistas morrem nas ruas e rodovias brasileiras. São mais de 3 ciclistas por dia, vítimas de um trânsito hostil e violento, dominado por veículos automotivos, apesar de a bicicleta ser o meio de transporte mais sustentável já inventado, e, portanto, merecedora de respeito e consideração.

As ruas do Distrito Federal refletem a mesma triste estatística. Segundo dados do DETRAN/DF, nos últimos 14 anos 769 ciclistas foram mortos, o que dá uma média de 1,14 ciclista morto por semana. Ou seja, durante 14 anos consecutivos a média é a mesma, e nada se faz a respeito.

O Pedal do Silêncio é um passeio ciclístico em homenagem a todas as pessoas mortas em acidentes de trânsito enquanto andavam de bicicleta. O movimento teve sua primeira edição na cidade norte-americana de Dallas (Texas/EUA), em 16/05/2003, em homenagem ao ciclista de resistência Larry Schwartz, morto em um acidente com um ônibus. O Pedal do Silêncio prevê um passeio silencioso por alguns quilômetros da cidade, em que os ciclistas trajam uma camiseta branca e uma faixa preta em algum dos braços. A história e o propósito do evento estão em: www.rideofsilence.org

Esta será a 8ª edição do evento, que acontece simultaneamente em diversas cidades do planeta. No Brasil, o Pedal do Silêncio já acontece em São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG), Rio de Janeiro (RJ), Vitória (ES) e Brasília (DF).

A 2ª edição do Pedal do Silêncio em Brasília acontece no dia 20 de maio, quinta-feira, com concentração a partir das 19h, na Praça das Bicicletas (no Museu Nacional). A saída para o passeio será às 19h30. Os ciclistas deverão usar roupas brancas, e a velocidade do pedal não deverá ultrapassar 20 km/h. Recomenda-se o uso de capacetes e luvas.

SERVIÇO

Pedal do Silêncio – Brasília (DF)

Data: 20 de maio (quinta-feira)

Local: Praça das Bicicletas (Museu Nacional)

Horário: 19h (concentração)

19h30 (saída)


English Version

BRAZIL’S RIDE OF SILENCE

Every year, about 1500 cyclists are killed on Brazilian streets and highways. It means that, each day, three bike riders are victims of a hostile, violent traffic, dominated by automotive vehicles, although bykes are the most sustainable mean of transport ever invented, and therefore should be worthy of respect and consideration.

The streets of Brazil’s Federal District reflect the same shameful statistics. According to the Federal District’s Traffic Department (DETRAN/DF), in the last 14 years 769 cyclists have been killed on the streets, which means that 1,14 cyclists are killed per week. For 14 years the average is the same, and nothing has been done about it.

The Ride of Silence it’s a cyclist ride in honor to all people who got killed in traffic accidents while riding their bycicles.

This movement had its first edition in the North-American city of Dallas (Texas/USA), in May 16th 2003, in honor to endurance cyclist Larry Schwartz, who was hit by a bus, and dyed. The Ride of Silence proposes a silent ride on the streets, where cyclists wear white clothes and a black band in one of the arms. Ride of Silence’s history and purposes can be found at www.rideofsilence.org.

This will be the 8th edition of the event, which happens simultaneously in several cities of the world. In Brazil, the Ride of Silence happens in São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG), Rio de Janeiro (RJ), Vitória (ES) e Brasília (DF).

In Brasília, the 2nd edition of Ride of Silence takes place in May 20th, at the Bicycles’ Square, in the National Museum, at 7 p.m., and the ride starts at 7h30 p.m. Cyclists should were a bicycle helmet, white clothes, and ride their bikes at 20km/h top.


RIDE OF SILENCE


Brasília (DF) – Brazil

When: 20th May, 2010

Where: Bicycles’ Square (National Museum)

Schedule: 7 p.m. (leaving to the ride at 7h30 p.m.)