30 de julho de 2009

Sessão de Cinema no Cabíria!

Caros amigos,

hoje, 30 de julho, a partir das 7 da noite, os frequentadores do Cabíria Cine-Café poderão assistir a dois documentários em uma das menores salas de cinema do mundo!

O Cabíria Cine-Café fica na 413/14 Norte, em Brasília-DF, e faz exibições gratuitas de filmes diariamente.


Hoje a sessão conta com os documentários "Boca no Lixo" e "A Cambinda do Cumbe".

Abaixo, mais informações sobre os filmes, que terão cópias à venda a R$ 10,00 cada, e também um belíssimo livros com fotografias do Maracatu da Cambinda Brasileira, a R$ 40,00.

Esperamos vocês lá!


Abraços a todos!

Ligia


apresenta



“BOCA NO LIXO”

Doc/20min/2007/GO


Direção: Lígia Benevides e Marcela Borela
Realização: Idéia Produções e Nóis Produções



Sinopse

Um recorte sobre a questão do lixo na visão daqueles que trabalham diretamente com este subproduto da humanidade. Varredores de rua e coletores de lixo domiciliar abrem suas bocas para falar sobre o trabalho de limpeza urbana que executam e sobre a problemática do lixo, na qual estão diretamente inseridos.


Ficha Técnica

Direção e Roteiro - Lígia Benevides e Marcela Borela

Co-Produção: Nóis Produções e Idéia Produções

Coordenação de Produção- Marcos Tomazett

Produção - Marcela Borela

Pós-Produção – Lígia Benevides

Edição de Vídeo e Áudio/Finalização - Leandro Lima "Pezão"

Direção de Fotografia - Raimundo Alves

Direção de Arte - Vinícius Lousa

Câmeras - Raimundo Alves, André Luiz Neves e André Luiz Fernandes

Música - Control.Z (Rogério Pafa + Zup)

Still - Vinícius Lousa



"A CAMBINDA DO CUMBE"



Doc/30min/2007/PE


Direção: Luca Barreto
Realização: Canal 03


Sinopse


Documentário sobre o Maracatu Rural mais antigo de Pernambuco. A Cambinda Brasileira está sediada no Engenho Cumbe, em Nazaré da Mata, a 55km de Recife, e completou 90 anos de atividade em janeiro de 2008.



Ficha Técnica

Direção
: Luca Barreto
Realização: Canal 03

Fotos: Aline Feitosa, Beto Figueiroa, Elenilson Soares, Mateus Sá e Luca Barreto

Antropóloga/Textos: Sumaia Vieira

Diretor de Fotografia: Mariano Picman

Câmera Adicional: Bacco Andrade, Ricardo Vasconcelos e Luca Barreto

Editor: Ailton Pereira e Luca Barreto

Trilha Sonora: Terno do Maracatu Cambinda Brasileira e Medalha Xukuru (Flautas)



9 de julho de 2009

.bizarre.love.triangle.


Every time i think of you
I feel shot right through with a bolt of blue
It's no problem of mine but it's a problem I find
Living a life that I can't leave behind

There's no sense in telling me
The wisdom of a fool won't set you free
But that's the way that it goes
And it's what nobody knows
While every day my confusion grows

Every time I see you falling
I get down on my knees and pray
I'm waiting for that final moment
You'll say the words that I can't say

I feel fine and I feel good
I'm feeling like I never should
Whenever I get this way, I just don't know what to say
Why can't we be ourselves like we were yesterday

I'm not sure what this could mean
I don't think you're what you seem
I do admit to myself
That if I hurt someone else
Then I'll never see just what we're meant to be

Every time I see you falling
I get down on my knees and pray
I'm waiting for that final moment
You'll say the words that I can't say

30 de junho de 2009

abstrato


pensament°

Jules Olitski
Draky, 1966
120 x 92 inches
Acrylic on canvas



sºnh

Jules Olitski
Comprehensive Dream, 1965
112 1/2 x 92 1/2 inches
Acrylic on canvas

"Breathe"


NÃO

°breathe°bridget riley°1966

25 de junho de 2009

"Boca no Lixo" disponível na Internet

Depois de muitos festivais e mostras percorridos, inúmeros pedidos por parte dos aficcionados por cinema, autoridades políticas nacionais e internacionais, reis e rainhas, cineclubistas, amigos e familiares... Finalmente o documentário "BOCA NO LIXO", dirigido por Lígia Benevides e Marcela Borela, com Fotografia de Raimundo Alves, músicas de Rogério Pafa & Zup (Control.Z) e produzido em parceria com a Idéia Produções (GO), está disponível para ser assistido na internet!

O filme conquistou 03 prêmios durante sua carreira em festivais e mostras de cinema: Melhor Curta Goiano no 3º Festival de Cinema Brasileiro de Goiânia (2007); Melhor Documentário (Júri Popular) na 4ª Mostra Mosca - Mostra Audiovisual de Cambuquira/MG (2008); e Menção Honrosa na 8ª Mostra de Cinema de Taguatinga/DF (2007), por sua "graça e leveza na abordagem do tema".


O documentário foi exibido em diversos outros festivais, como III Festival de Atibaia Internacional do Audiovisual (2008); 8ª Goiânia Mostra Curtas (2008); CineFest Ambiental – Pacoti/CE (2008); FestCine Amazônia (2007); VII Mostra Petrobrás de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros/GO (2007); V Mostra Associação Brasileira de Documentaristas (ABD/GO) – Programação oficial do IX FICA (Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental) - 2007; 3ª Mostra CineTrabalho da Faculdade de Filosofia e Ciências (UNESP), Marília (SP), em 2008; 2ª Mostra Urbana (Goiânia-GO) – Junho de 2008.



Assista o filme clicando no link: http://www.vimeo.com/5300604


Boca no Lixo - Doc. 20 min. Cor. 2007. GO.
Um recorte sobre a questão do lixo na visão daqueles que trabalham diretamente com este subproduto da humanidade. Varredores de rua e coletores de lixo domiciliar abrem suas bocas para falar sobre o trabalho de limpeza urbana que executam e sobre a problemática do lixo, na qual estão diretamente inseridos.

Ficha Técnica

Realização - Idéia Produção e Nóis Produções
Direção e Roteiro - Lígia Benevides e Marcela Borela
Coordenação de Produção - Marcos Tomazett
Produção - Marcela Borela
Coordenação de Pós-Produção e Divulgação – Lígia Benevides
Edição de Vídeo e Áudio/Finalização - Leandro Lima "Pezão"
Direção de Fotografia - Raimundo Alves
Direção de Arte - Vinícius Lousa
Câmeras - Raimundo Alves, André Luiz Neves e André Luiz Fernandes
Música - Control.Z (Rogério Pafa + Zup)
Fotos Still- Vinícius Lousa

23 de junho de 2009

Lovestain



You left a lovestain on my heart
And you left a bloodstain on the ground
But blood comes off easily


[josé.gonzález]

Shells




Please don't let what was get in the way of what's next

Don't forget


That what's to come hasn't come yet


[devendra.banhart]

22 de junho de 2009

uma analogia para um amigo






II

E só me veja


No não merecimento das conquistas.
De pé. Nas plataformas, nas escadas
Ou através de umas janelas baças:
Uma mulher no trem: perfil desabitado de carícias.
E só me veja no não merecimento e interdita:
Papéis, valises, tomos, sobretudos

Eu-alguém travestida de luto. (E um olhar
de púrpura e desgosto, vendo através de mim
navios e dorsos).

Dorsos de luz de águas mais profundas. Peixes.
Mas sobre mim, intensas, ilhargas juvenis
Machucadas de gozo.

E que jamais perceba o rocio da chama:
Este molhado fulgor sobre o meu rosto.


[em 'Cantares do Sem Nome e de Partidas - hilda.hilst]

CANTARES DO SEM-NOME E DE PARTIDAS


I

Que este amor não me cegue nem me siga.
E de mim mesma nunca se aperceba.
Que me exclua do estar sendo perseguida
E do tormento
De só por ele me saber estar sendo.
Que o olhar não se perca nas tulipas
Pois formas tão perfeitas de beleza
Vêm do fulgor das trevas.
E o meu Senhor habita o rutilante escuro
De um suposto de heras em alto muro.

Que este amor só me faça descontente
E farta de fadigas. E de fragilidades tantas
Eu me faça pequena. E diminuta e tenra
Como só soem ser aranhas e formigas.

Que este amor só me veja de partida.

[H.H.]


Hilda Hilst


O escritor e seus múltiplos vem vos dizer adeus.
Tentou na palavra o extremo-tudo
E esboçou-se santo, prostituto e corifeu. A infância
Foi velada: obscura na teia da poesia e da loucura.
A juventude apenas uma lauda de lascívia, de frêmito
Tempo-Nada na página.
Depois, transgressor metalescente de percursos
Colou-se à compaixão, abismos e à sua própria sombra.
Poupem-no o desperdício de explicar o ato de brincar.
A dádiva de antes (a obra) excedeu-se no luxo.
O Caderno Rosa é apenas resíduo de um "Potlatch".
E hoje, repetindo Bataille:
"Sinto-me livre para fracassar".

Hilda Hilst

12 de junho de 2009

Happy Valentine's Day


"Faith has been broken, tears must be cried
Lets do some living after we die"


"Lágrima no escuro"


"Hoje eu quero sair só"


"A contas com o bem que tu me fazes
A contas com o mal por que passei
Com tantas guerras que travei
Já não sei fazer as pazes

São flores aos milhões entre ruínas
Meu peito feito campo de batalha
Cada alvorada que me ensinas
Oiro em pó que o vento espalha

Cá dentro inquietação, inquietação
É só inquietação, inquietação
Porquê, não sei
Porquê, não sei
Porquê, não sei ainda"

"Oh no, not you again
I can´t stand the pain
I was burned the first time, yeah
I can´t deal it again"



"Lonelily"


"Mas tudo que acontece na vida tem um momento e um destino
Viver é uma arte, é um ofício
Só que precisa cuidado

Prá perceber que olhar só prá dentro é o maior desperdício
O teu amor pode estar do seu lado
O amor é o calor que aquece a alma
O amor tem sabor prá quem bebe a sua água"






Se por acaso me vires por aí
Disfarça, finge não ver
Diz que não pode ser, diz que morri
Num acidente qualquer

Conta o quanto quiseste fazer
Exalta a tua versão
Depois suspira e diz que esquecer
É a tua profissão
E ouve-se ao fundo uma linda canção
De paz e amor

Se por acaso me vires por aí
Vamos tomar um café
Diz qualquer coisa, telefona, enfim
Eu ainda moro na Sé
Encaixotei uns papeis e não sei
Se hei-de deitar tudo fora

Tenho uma série de cartas para ti
Todas de uma tal de Dora
E ouvem-se ao fundo canções tão banais
De paz e amor

Se eu por acaso te vir por aí
Passo sem sequer te ver
Naturalmente que já te esqueci
E tenho mais que fazer
Quero que saibas que cago no amor
Acho que fui sempre assim
Espero que encontres tudo o que quiseres
E vás para longe de mim
E ouve-se ao fundo uma velha canção
De paz e amor

Na sexta-feira acho que te vi
À frente da Brasileira
Era na certa o teu fato azul
E a pasta em tons de madeira
O Tó talvez queira te conhecer
Nunca falei mal de ti
A vida passa e era bom saber
Que estás em forma e feliz
E ouve-se ao fundo uma triste canção
De paz e amor