22 de abril de 2010

Exposição com fotos da construção do St. Noroeste

A correria foi muito, muito grande... e acabou que não tive tempo de postar aqui no blog a divulgação da exposição que o Movimento Brasília Sempre-Viva organizou para o Moviola, evento que aconteceu dia 20, terça-feira, no Cine Brasília.

Para que esse acontecimento tão importante não passe em branco pelo blog, vou postar aqui o release de divulgação, mesmo com esse atraso!


A 3ª edição do MOVIOLA é dedicada especialmente aos 50 anos do Cine Brasília. Celebraremos a importância de um "cinema de rua", com preços populares, programação fora de circuito comercial, entre tantas qualidades deste importante espaço de exibição da capital.

MOVIOLA é uma iniciativa consolidada a partir da ação conjunta entre pessoas atuantes na área cultural do DF com o intuito coletivo de valorizar o Cine Brasília enquanto patrimônio público da cidade. O projeto une cinema, música e diversão, com participação de artistas de diversas áreas – cinema, música, artes plásticas, fotografia, poesia e demais intervenções artísticas.

Salientamos que não teremos verba prevista para cachês nem patrocínio financeiro, e faremos o MOVIOLA de qualquer forma por meio das parcerias e apoios. Acreditamos na importância e urgência de celebrar o aniversário de 50 anos do Cine Brasília na atual conjuntura da cidade e não podemos depender de verba para realizar o evento. Até poucos dias, o cinema estava sem gerência nem programação, revelando a necessidade da participação propositiva da classe artística e da sociedade em prol de um patrimônio e espaço público da cidade. Percebemos o potencial do Cine Brasília enquanto elemento fundamental da cadeia produtiva da sétima arte. Realizaremos o MOVIOLA como um ato simbólico e concreto.

A primeira edição, realizada no dia 18 de abril de 2008, foi dedicada ao aniversário da cidade. O evento contou com cerca de 1000 pessoas, com direito a muito cinema, música e interação do público. A intenção é fomentar o diálogo do cinema nacional com o público da cidade e dar visibilidade aos curtas-metragens.

A proposta é movimentar e valorizar o Cine Brasília durante todo o ano, em edições periódicas, propiciando o encontro de pessoas e a participação coletiva de público, artistas, realizadores, produtores culturais da cidade. Desta parceria, sem fins lucrativos, nasceu o coletivo MOVIOLA e pretende seguir para a terceira edição em abril de 2010, dedicada especialmente aos 50 anos da capital e do próprio Cine Brasília (inaugurado oficialmente no dia 22 de abril de 1960).

Confira na edições anteriores do Moviola!

http://picasaweb.google.com.br/moviolabsb/Moviola1?fgl=true&pli=1#

(Fotografias de Cláudio Moraes)


PROGRAMAÇÃO

CINEMA

* Cinco Filmes Estrangeiros

(De José Eduardo Belmonte. Ficção, 13 minutos, 1997)


*Brasília, Capital do Século

(De Gerson Tavares. Documentário, 10 minutos, 1959)

* Brasília: Contradições de Uma Cidade Nova

(De Joaquim Pedro de Andrade. Documentário, 23 minutos, 1967)

* Brasília, Última Utopia (seis curtas)

(De Geraldo Moraes, Pedro Anísio, Pedro Jorge de Castro, Roberto Pires e Vladimir Carvalho. 105 minutos, 1989)

MÚSICA

DJ Léo Candian (Só Som Salva)

DJ Gás (Toranja)

DJ El Roquer (Confronto Sound System)

DJ Rubens (ex- Gate's Pub)

FOTOGRAFIA

* Movimento Brasília Sempre-Viva

Exposição A nova corrida para o Oeste: perspectivas cinzentas de um bairro verde. Imagens dos fotógrafos JPhilippe Bucher, Randal Andrade e Renato Zerbinato

* Hyeronimus do Vale

ARTES VISUAIS

* Raquel Nava e Marina da Rocha

* Exposição Coletiva: André Santangelo, Cirilo Quartim (Bonde Comunicação), Daniel Banda e Onio. Intervenção estética no Cine Brasília em homenagem à Brasília: grafites, pinturas, instalações, performances e vídeo-projeção.

* Mayra Miranda e Vê se Te Enxerga Produções - VJs

APERITIVOS

* Balaio Café - inspirado na Cachaça Cinema Clube (RJ), o coletivo Moviola distribui cachaça após a exibição dos filmes. Afinal, cinema é a nossa cachaça.


A NOVA CORRIDA PARA O OESTE:
PERSPECTIVAS CINZENTAS DE UM BAIRRO VERDE


No Ano Internacional da Biodiversidade a cidade de Brasília vive uma situação que fere princípios ecológicos, e toma corpo aos olhos da população: a construção de um novo conjunto habitacional na última zona de cerrado nativo da região tombada de Brasília como Patrimônio da Humanidade.

Grupos ambientalistas têm alertado para os impactos negativos do empreendimento imobiliário nos parques vizinhos (Parque Nacional de Brasília e Parque Burle Marx), além dos danos ao Lago Paranoá, com o aumento do assoreamento e do volume de esgoto despejado no lago. A polêmica foi ampliada após a divulgação de estudos que afirmam que o Lago Paranoá será o provável fornecedor de água da cidade a partir de 2011.

Apesar de seu “marketing verde”, a construção do novo bairro implica na derrubada de dezenas de hectares de uma área de cerrado até então plenamente preservada. A exposição fotográfica retrata esta incongruência nas imagens dos fotógrafos JPhilippe Bucher, Randal Andrade e Renato Zerbinato, e revela a força e a delicadeza de um cerrado que enfrenta e resiste à lógica do concreto.


Movimento Brasília Sempre-Viva

O Brasília Sempre-Viva é um movimento da sociedade civil organizada que agrega representantes de entidades ambientalistas e agrupamentos afins com vistas à preservação do patrimônio ambiental da capital do Brasil. O movimento pretende, através de ações institucionais junto aos órgãos competentes, e da promoção de eventos de caráter cultural e educativo, promover a participação da população nas decisões que afetam sua qualidade de vida, cobrando do poder público a efetiva proteção do bioma cerrado, das águas e dos recursos naturais da região.


13 de abril de 2010

Oficina de Comunicação e Expressão

Queridos amigos do blog,

hoje posto aqui a divulgação de uma Oficina de Comunicação e Expressão, oferecida por uma amiga muito querida que conheci aqui em Brasília, pouco tempo depois de eu ter me mudado pra cá. O nome dela é Roberta Simon, figura carismática, inteligente e muito gente boa, que rapidamente consquistou meu respeito e carinho com seu sorriso aberto e vontade de compartilhar a vida, os estudos, seu conhecimento. Sempre muito generosa, focada e determinada, me inspirou muito nos momentos em que quase desisti da vida acadêmica. Infelizmente, agora não mora mais em Brasília (aliás, no Brasil), e essa oficina vai ser uma ótima oportunidade para conhecê-la e aprender com ela. Porque se tem uma pessoa que sabe se comunicar e se expressar, essa pessoa é a Roberta!

Abaixo, os detalhes da oficina!

Oficina de Comunicação e Expressão

com Roberta Simon

Objetivo – desenvolver a expressão por meio da comunicação criativa, poética e corporal.

Público-alvo – estudantes de comunicação social, de artes e interessados em geral.

Local – Espaço Cultural Mosaico 714/15 norte, Bloco D, Loja 16.

Contato - (61) 3032-1330 / 8148-0217.

Datas – 19 e 20 de abril (somente na próxima segunda e terça-feira!)

Turma Manhã: das 10h às 13h

Turma Tarde: das 14h às 17h

Turma Noite: das 19h às 22h

1º Dia - comunicação corporal e visual

2º Dia - comunicação textual e oral

Investimento

R$ 150,00 - 2 dias

R$ 80,00 - 1 dia

Quem apresentar o flyer de divulgação (acima), paga R$ 120,00 (2 dias) e R$ 60,00 (1 dia) + desconto de R$ 10,00 para inscrições antecipadas.


Sobre a facilitadora:

Roberta Simon atualmente mora em Dacar/Senegal, está no Brasil esse mês de abril para executar uma série de projetos. Mestre em Comunicação Social pela UnB (pesquisa sobre leituras ficcionais e poéticas de imagens fotográficas), especializada em Comunicação Estratégica pela ECA/USP (pesquisa sobre retórica das Relações Públicas), formada em Comunicação Social, pela FAMECOS/PUCRS. Possui experiência artística de 5 peças teatrais, apresentações de danças (Organizou por 3 anos o Congresso Mundial de Salsa em SP), exposição de desenhos e prêmios por um curta-metragem e por uma escultura em pedra sabão.

12 de abril de 2010

Exibição do Documentário "Uma Mudança no Mar"

Nesta quarta-feira, dia 14, será exibido o longa-metragem documentário "Uma Mudança no Mar" (Dir.: Barbara Ettinger, 86', EUA, 2009), no Auditório 2 do Museu da República, a partir das 19h.

Após a exibição do filme haverá debate com o espanhol Daniel de La Calle, representante do filme em suas exibições no Brasil.

Catástrofe ambiental

O filme aborda o tema urgente da acidificação do mar, e as consequências para toda a vida marinha de peixes e baleias, além dos transtornos causados às populações humanas. Com imagens belíssimas dos mares da Terra, o filme é uma viagem azul às mais belas paisagens aquáticas do mundo.

O filme causou repercussão internacional e vem à Brasília, mais uma vez, para alertar a população brasileira da necessidade de preservação dos mares.

O filme ganhou diversos prêmios pelos festivais internacionais que percorreu, como o XI Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (FICA - 2009 - Goiás), e em festivais nos Estados Unidos (São Francisco e Seattle), Havaí e em Kosovo, entre outros.



DOCUMENTÁRIO "UMA MUDANCA NO MAR"

Dia: 14 de abril (quarta)

Hora: 19h00

Local: Auditório 2 Museu Nacional da Republica

Entrada franca

Debate com o espanhol Daniel de La Calle (*), representante do filme


(*) Daniel de La Calle, espanhol radicado em Nova York, estará presente como representante do filme para o debate após a exibição, sendo esta sessão integrante do roteiro de projeções no Brasil.


Site oficial do filme:

http://www.aseachange.net/

30 de março de 2010

Enxurrada

quero ser enxurrada
e enchente, tempestade
temperamental
e destemperada

tropeçando nas letras
das músicas
e das palavrasboiando e afundando
submergindo
subterrâneo

cantam-me lígia
a lida temperada com pólvora durante a noite
a vida misturada de poesia
durante o dia.

na cabeça, caraminholas
camisinhas
camisolas

nunca é tarde pra se arrepender:
meu passado me consola
o futuro me ignora
eu passo andando
passeio cantando
na tesourinha
corto a asa da mentira
e grito pra todo mundo ouvir
que eu sou brega
e que eu te amo.

Baioque - Chico Buarque


Quando eu canto, que se cuide quem não for meu irmão
O meu canto, punhalada, não conhece o perdão
Quando eu rio

Quando eu rio, rio seco como é seco o sertão
Meu sorriso é uma fenda escavada no chão
Quando eu choro

Quando eu choro é uma enchente surpreendendo o verão
É o inverno, de repente, inundando o sertão
Quando eu amo

Quando eu amo, eu devoro todo meu coração
Eu odeio, eu adoro, numa mesma oração, quando eu canto

Mamy, não quero seguir definhando sol a sol
Me leva daqui, eu quero partir requebrando rock'n roll

Nem quero saber como se dança o baião
Eu quero ligar, eu quero um lugar

Ao sol de Ipanema, cinema e televisão

23 de março de 2010

poeira de amor velho

uma poeira de amor velho reside ainda nos quatro cantos da minha solidão. eu fico pensando em outras coisas durante o dia, mas à noite sempre passo o dedo na ferida: fica na ponta do meu dedo o pó de ontem, acumulado, que vai morrer de tão velho. eu converso com o meu amigo e ele me diz coisas tão lindas, mesmo eu estando cinza. a poeira se estende como um véu, cobrindo fotos, textos, livros, a minha sombra na parede, o meu passado e o meu presente. é isso, é pó de passado, é pó que traz alergia pra minha alegria, ela esvazia o pneu da minha bicicleta e mina minha paciência. essa poeira não me deixa amar de novo, não me deixa dar um beijo livre, não me deixa. essa poeira entra no meu olho e então eu não lacrimejo - eu choro. a poeira entra no meu nariz, entope meu pulmão, obstrui a minha garganta: vem um nó e eu tusso. eu passo um pano úmido pra tirar a poeira, mas ela é amiga do tempo e do vento, e sempre vem; eu gosto do vento também. deixo as janelas abertas pra libertar o meu sufoco. mas abro dentro de mim um vão por onde entra essa tristeza empoeirada, que eu combato com a poesia, o riso, o choro, o vinho, o gorfo, o mofo, o espirro, minhas rimas baratas, meu descontrole, meu não. basta. poeira de amor velho me dá vertigem. meu eixo deslocado perde o prumo, eu nasci meio torta, sou uma gambiarra. minha poeira - eu a tenho cá comigo - ela é meu passado, cansado de ser lembrado, ansioso por libertar-se do pensamento, morrer, como um bom passado deve ser: morto e enterrado, levando consigo toda essa matéria-prima que embasa minha poesia barata e minha prosa rarefeita de poesia cósmica. de poeira cósmica.

22 de março de 2010

só de pensar eu fiquei triste...

e estou enjoada dessa tristeza que me paralisa.
Não quero fazer dessa blog o muro das lamentações, pois já existe um muro para isso. Para que eu fazer outro muro assim?
Não sei.
Eu penso e fico triste, mas não consigo não pensar.
Que chata. Gosto de mudar de idéia, mudo de idéia a todo momento.
Mas por que não consigo mudar de idéia dessa idéia?
blablabla....

18 de março de 2010

A Paixão Segundo G.H.

"Perdi alguma coisa que me era essencial, e que já não me é mais. Não me é necessária, assim como se eu tivesse perdido uma terceira perna que até então me impossibilitava de andar mas que fazia de mim um tripé estável. Essa terceira perna eu perdi. E voltei a ser uma pessoa que nunca fui. Voltei a ter o que nunca tive: apenas as duas pernas. Sei que somente com duas pernas é que posso caminhar. Mas a ausência inútil da terceira me faz falta e me assusta, era ela que fazia de mim uma coisa encontrável por mim mesma, e sem sequer precisar me procurar.

Estou desorganizada porque perdi o que não precisava? Nesta minha nova covardia - a covardia é o que de mais novo já me aconteceu, é a minha maior aventura, essa minha covardia é um campo tão amplo que só a grande coragem me leva a aceitá-la - na minha nova covardia, que é como acordar de manhã na casa de um estrangeiro, não sei se terei coragem de simplesmente ir. É difícil perder-se. É tão difícil que provavelmente arrumarei depressa um modo de me achar, mesmo que achar-me seja de novo a mentira de que vivo. Até agora achar-me era ter uma idéia de pessoa e nela me engastar: nessa pessoa organizada eu me encarnava, e nem mesmo sentia o grande esforço de construção que era viver. A idéia que eu fazia de pessoa vinha de minha terceira perna, daquela que me plantava no chão. Mas, e agora? estarei mais livre?"

Clarice Lispector

"Os extremos delimitam a fronteira para além da qual a vida termina, e a paixão pelo extremismo, em arte como em política, é um desejo de morte disfarçado".

Milan Kundera

A Insustentável Leveza do Ser





Bust of a Veiled Woman (Puritas)

1717-25
Marble

5 de março de 2010

não mensageie o meu ego.























ele teve ciúme da minha poesia
mas agora não carece mais
minha tristeza é toda sua.

Murmurando a pergunta que não quer calar:

Ensudercida e enluarada dessa rua que não fica vazia

Lado bê instrumental

Disco que nunca fura.
Vide o verso da vida versada em saudade, saturnice, solidão.

Poesia temperada
do vinho
que eu derramo no chão.

Chora não.

esse verso rimado
pausado
para sempre censurado

esse verso
pedaço do poema
que eu mandei ficar calado.



Inundada pelo excesso de vazio da melodia que enche meus ouvidos.

Saturada de ausência.

Impreg.nada

E óbvia.



2 de março de 2010

Quase sobra...

... uma paciência para eu perder.
Uma carne pra eu fritar
um pedaço pra eu dar
pra você vomitar.

Quase sobra um pouco da fossa
um pouco da água gelada
um pouco da merda entalada
que o corpo não deixa passar.

O que sobra
é o que fica
é o que resta
é o que não vai embora
é a merda
o nada
a porrada na cara
desliga o telefone e chora
manda a carta
lê rasga
e joga fora

Quase sobra
um restinho de qualquer coisa
um restinho de dor
de saudade antecipada
dessa vida que anda parada
que anda de ônibus
que não quer nada com nada
fazer uma rima barata
brincar de quem não quer nada
ficar na fossa danada
da rima barata
da cerveja barata
e do gorfo gratuito.

eu já citei a citação
mas hoje não posso mais
pois já não me sinto livre pra nada
nem pra triunfar
e muito menos
pra
fracassar.

porque se teve uma coisa que eu fiz
foi tentar.


(trilogia da geladeira velha)

poesia para um amor que se vai

vai-se novamente.
não bastou o inverno antecipado de junho passado.

não bastou a morte repentina,

não bastou a fossa

a bossa

a cossa

a moça babada

o gorfo

a rebolada

o malemolejo da molecada
a rima fácil
por tão pouco condenada.

a poesia é
o meu ponto final
na textura das palavras


no ridículo
de ser

desse jeito
exato
que
eu sou.

Geladeira Nova

Onde é que eu estava mesmo?

(Quero escrever alguma coisa que me alivie. Quero ser Clarice, Maria ou Clara. Quero não querer, quero mudar de idéia, quero mudar de disco na vitrola. Nem sei mais o que quero. Não quero querer o que quero, não quero querer, quero ter e ser o que eu deveria querer. Não quero fazer trocadilhos. Não quero me expor. Não quero mais brincar disso. Não quero ouvir essa música. Não quero essa fossinha que começa no lusco-fusco da noite e termina no lusco-fusco da manhã que chega. Quero não pensar. Quero não beber. Quero não querer.
Quero uma geladeira nova pra congelar o meu amor).

1 de março de 2010

Locais para doação em Brasília (DF) - Atualizado (Out/2012)



1. Doação de equipamentos de informática

CDI - Centro de Democratização da Informática
O CDI é um ONG que atua em diversas regiões do Brasil, e também no DF e entorno. Eles dão aulas de capacitação em informática e disponibilizam computadores e programas (softwares) para organizações comunitárias parceiras. O foco é em comunidades de baixa renda.
Site: http://www.cdi.org.br/group/cdidfeentorno
Blog: http://cdi-df.blogspot.com/
E-mail: cdi.cdidf@gmail.com
Telefone: (61) 3322-7233
Endereço: SDS Ed. Venâncio VI, Loja 9, Bl. O, Conic, Brasília (DF)
(ATUALIZADO)


2. Doação de Bicicletas

- Sociedade das Bicicletas
A "Sociedade das Bicicletas" é um coletivo que visa incentivar o uso da bicicleta como meio de transporte através do empréstimo gratuito de bicicletas doadas, entre outras ações. O coletivo surgiu em 2009 como fruto do convívio entre participantes da Bicicletada de Brasília, protesto que ocorre toda última sexta-feira do mês em várias cidades do mundo, reunindo pessoas interessadas em promover o transporte urbano através das bicicletas. Interessados em doar bicicletas ou pegá-las emprestadas podem buscar mais informações na página do Facebook ou no blogue do coletivo.




- Rodas da Paz | Projeto Doe Bicicleta
Recebe doação de bicicletas novas, usadas, com defeitos ou quebradas. Consertam/reformam e doam para creches, escolas e crianças de baixa renda do Distrito Federal.


- Projeto Tricicletas Cabulosas: o professor Emerson Teixeira conserta/reforma bicicletas, muitas vezes transformando-as em triciclos para pessoas fisicamente desabilitadas. 
Telefone: (61) 8196-3530
(Atualizado em Out/2012)


3. Devolvendo a boa visão a pessoas que não podem comprar óculos
A Voriques Óptica recebe óculos com defeitos ou quebrados, conserta-os e os doam para idosos e pessoas carentes. Já foram atendidas cerca de 6 mil pessoas desde o início do projeto, em 2004.
As doações podem ser feitas em vários locais:
Loja no Pátio Brasil (Térreo): (61) 3225-8586
Loja no Gilberto Salomão (Lago Sul - QI 5): (61) 3248-6952
Hospital Oftalmológico Pacini
SEP SUL 715/915, Conjunto A - Brasília (DF)
(61) 3214-4777
(ATUALIZADO)


4. Doação de eletrodomésticos novos e usados:
Recebe eletrodomésticos usados e com pequenos defeitos, restauram e repassam:
100 Dimensão | Sônia ou Ângela | 8442.3275 | angel01@hotmail.com
Endereço: QN 16 conj. 5 lote 2 Riacho Fundo II (na entrada)

5. Doação de roupas, alimentos, brinquedos e outros que não têm mais utilidade para você
A ONG Aldeias Infantis SOS recebe roupas, alimentos, brinquedos, etc. Eles ajudam e cuidam de crianças carentes e/ou órfãs.
http://www.aldeiasinfantis.org.br/conheca/onde-estamos/Brasilia/Pages/default.aspx
SGAN W5,914 Norte, Cj. F, s/nº, Asa Norte, Brasília/DF
CEP: 70.790-140
Tel.: 61 3272-2738, 3272-3482
e-mail: brasilia.df@aldeiasinfantis.org.br
(Atualizado em Out/2012)

6. Doe remédios para quem não pode comprar
HRAN - Hospital Regional da Asa Norte, Brasília/DF
(Contato: Dra. Neide - HRAN)
Tel: (61) 3325-4249
neide@linkexpress.com.br

7. Doação de Kimonos usados
Projeto Judô com Tranquillini
Tranquillini tem uma academia de judô, mas também dá aulas de arte marcial para crianças carentes de 7 a 17 anos. Para tal, precisa de doações de Kimonos usados.
Academia de Judô Tranquillini
SEPS 704/904 - Asa Sul - Brasília/DF
(61) 3224-7728
e-mail: tranquillini@abordo.com.br 
Informações sobre o projeto social no blog do Tranquillini: aqui e aqui
(Atualizado em Out/2012)

8. Doação de livros
Açougue Cultural T-Bone
"Parada Cultural" é um projeto de biblioteca popular desenvolvido em trinta e seis pontos de ônibus da Avenida W3 Norte em Brasília, 24 horas por dia. Diariamente são emprestados cerca de dois mil livros em todos os pontos. Para fazer doações de livros basta deixá-los no Açougue T-Bone, localizado na comercial da 312 Norte, das 8h às 19 horas. O projeto aceita qualquer tipo de livro, desde que esteja em bom estado de conservação.
http://www.t-bone.org.br/
Endereço: SCLN 312 Bl B Lj 27 Brasília-DF CEP 70.765-520
Telefones: (61) 3274-1665 , (61) 3274-1665, (61) 3274-1665, (61) 3274-1665

9. Doação de Livros para Escolas Públicas
Espaço Cultural Cope (Compra e  venda)
Recebem livros abaixo da 5ª série e doam para escolas públicas. Eles também compram, vendem e trocam livros (novos e usados), CD's e RPG.
Endereço: SCLN 409 Bl D Loja 19/43 - Asa Norte
Telefone: (61) 3274-1017 | 3037-1017
copelivros@ibest.com.br
3201-1017 SIA/Sul Conj. B Lojas 418/420 - Feira dos Importados  
((Atualizado em Out/2012)

10. Auxílio aos animais
ProAnima - Associação Protetora dos Animais do Distrito Federal: adoção de animais abandonados e doação de remédios, alimentos, etc. Entidade sem fins lucrativos
SCLN 116 - Bloco I - Loja 31 - Subsolo Ed. Cedro - Brasília - DF - CEP: 70553-790 
SHCN CL 214 - Bloco C - Loj 56 - Subsolo - Asa Norte - Brasília (DF) - CEP: 70.873-530
Tel: (61)3032-3583 (61)3032-3583 (61)3032-3583 (61)3032-3583
E-mail: proanima@proanima.org.br 
((Atualizado em Out/2012))

11. Doação de livros sobre temas ambientais
Associação Amigos do Futuro - Projeto Ecoteca
Doação de livros, vídeos, revistas, monografias com temas ambientais
http://www.amigosdofuturo.org.br/projetos/ecoteca.htm
Endereço: HCGN 707, Bl. R, s/nº, c45, Brasília/DF, 70.740-748
Tel.: 61 3349-7857
((Atualizado em Out/2012))

12. Voluntariado | Ação Social para Jovens
Se você é jovem e quer se juntar a outros que estão fazendo algo pelo próximo, entre em contato com a ONG Sonhar Acordado. Eles tem vários projetos, e sobretudo procuram pessoas que queriam ajudar.
Mais informações:
Site Brasília: clique aqui
Descrição dos Projetos Sociais: clique aqui
E-mail: voluntarios.brasilia@sonharacordado.org.br
((Atualizado em Out/2012))


13. Doação de Leite Materno | Bancos de Leite Humano
- Informações do Portal da Saúde (Ministério da Saúde): clique aqui
- Fundação Fio Crus: endereço dos 19 hospitais que fazem recolha do leite materno no DF: clique aqui
- Bancos de Leite Humano no DF: clique aqui
- Bancos de Leite Humano: site geral: clique aqui
- Telefones de hospitais em Brasília onde fazer a doação: clique aqui
((Atualizado em Out/2012))

14. Doação de Sangue

1. Fundação Hemocentro de Brasília
SMHN Qd. 03 Cj. A, Asa Norte, Brasília/DF
Mais informações: (61) 327-4462/64 | Fax : (61) 327-4442
http://www.fhb.df.gov.br/
Requisitos para poder doar sangue: clique aqui
Quem não pode doar: clique aqui
((Atualizado em Out/2012))

2. Hemoclínica
Quadra 716 Sul
Horário: Segunda a Sexta - 7h às 12h | Sábado - 7h30 às 11h30
Tel.: (61) 3346-9788
* Verifique as condições de doação
((Atualizado em Out/2012))

15. Doação de Órgãos
- Disque Saúde - Transplante: 0800 61 1997

- Associação Brasileira de Transplante de Órgãos - clique aqui
- Centros de Transplante em Brasília - clique aqui
- Coordenação Estadual de Transplantes do Distrito Federal:
Dra. Daniela Ferreira Salomão (coordenadora)
. SMHS Quadra 101 Bloco A – Área Especial
. Hospital de Base do DF - Mezanino Sala 102 - Brasília/DF - CEP: 70335-900
Fone: (61) 3315-1755 / 3315-1677 | Fax: (61) 3315-1633
((Atualizado em Out/2012))

Observação: As informações presentes nesta postagem e marcadas como "atualizadas" assim o foram em 21 de Outubro de 2012. Caso alguma informação esteja incorreta, é favor deixar um comentário. Obrigada.